5 min Uma mulher de 89 anos foi declarada morta antes da descolagem
Mas os passageiros dizem que já estava morta ao embarcar
Autor
Escritor · storyteller
Escreve crónicas, perfis e histórias que atravessam o quotidiano com humor, ironia e alguma dor discreta. No Storialia concentra sobretudo a série Glória e Dor, mas também contribui para A Febre das Coisas, Não é Ficção, É mais ou menos isto, Prato do Dia e textos sobre Ericeira.
O trabalho parte de observação atenta — coworkings, ruas, mesas de café, personagens que parecem saídos de outro século — e procura sempre uma forma narrativa clara, sem moralina fácil.
Mas os passageiros dizem que já estava morta ao embarcar
Diogo Henriques
Mas os passageiros dizem que já estava morta ao embarcar
Juliane Koepcke caiu do céu e caminhou 11 dias sozinha pela selva.
Diogo Henriques
A história real de Juliane Koepcke, a jovem de 17 anos que foi a única sobrevivente do voo LANSA 508.
Durante mais de uma hora, falou calmamente com a torre… enquanto pilotava um avião que nunca deveria estar no ar
Diogo Henriques
Durante mais de uma hora, falou calmamente com a torre… enquanto pilotava um avião que nunca deveria estar no ar
Um retrato de João, figura certinha e deslocada, entre aparência, desconforto e observação.
Diogo Henriques
Um retrato de João, figura certinha e deslocada, entre aparência, desconforto e observação.
Depois de sobreviver
Diogo Henriques
A história real de Tsutomu Yamaguchi, o único homem oficialmente reconhecido como sobrevivente das duas bombas atómicas.
E ninguém percebeu o que ele estava a fazer.
Diogo Henriques
E ninguém percebeu o que ele estava a fazer.
Nenhum texto recente neste idioma.
Série
Acidentes, coincidências, obsessões, sobreviventes e pequenos desastres humanos.
Mas os passageiros dizem que já estava morta ao embarcar
Diogo Henriques
Mas os passageiros dizem que já estava morta ao embarcar
Juliane Koepcke caiu do céu e caminhou 11 dias sozinha pela selva.
Diogo Henriques
A história real de Juliane Koepcke, a jovem de 17 anos que foi a única sobrevivente do voo LANSA 508.
Durante mais de uma hora, falou calmamente com a torre… enquanto pilotava um avião que nunca deveria estar no ar
Diogo Henriques
Durante mais de uma hora, falou calmamente com a torre… enquanto pilotava um avião que nunca deveria estar no ar
Depois de sobreviver
Diogo Henriques
A história real de Tsutomu Yamaguchi, o único homem oficialmente reconhecido como sobrevivente das duas bombas atómicas.
E ninguém percebeu o que ele estava a fazer.
Diogo Henriques
E ninguém percebeu o que ele estava a fazer.
O que aconteceu depois é difícil de acreditar.
Diogo Henriques
O que aconteceu depois é difícil de acreditar.
Nenhum texto neste idioma nesta série.
Série
Perfis narrativos de personagens que viveram entre o palco, a queda e a persistência luminosa de continuar.
Um retrato de João, figura certinha e deslocada, entre aparência, desconforto e observação.
Diogo Henriques
Um retrato de João, figura certinha e deslocada, entre aparência, desconforto e observação.
Uma viagem onde o idioma atrapalha
Diogo Henriques
Uma viagem onde o idioma atrapalha
Uma crónica sobre persistência, paisagem e a força silenciosa que nos move.
Diogo Henriques
Uma crónica sobre persistência, paisagem e a força silenciosa que nos move.
Uma crónica no Rio de Janeiro a partir de Luís Fernando Veríssimo e da estranha companhia do mundo.
Diogo Henriques
Uma crónica no Rio de Janeiro a partir de Luís Fernando Veríssimo e da estranha companhia do mundo.
Um reencontro inesperado, uma recaída inevitável
Diogo Henriques
Um reencontro inesperado, uma recaída inevitável
O absurdo de decorar para evitar alguém.
Diogo Henriques
O absurdo de decorar para evitar alguém.
Um retrato de Raúl Fonseca, da fotografia analógica e dos bastidores onde a escassez também cria mundo.
Diogo Henriques
Um retrato de Raúl Fonseca, da fotografia analógica e dos bastidores onde a escassez também cria mundo.
Estas palavras são para ele.
Diogo Henriques
Estas palavras são para ele.
A delicada arte de sobreviver à consoada
Diogo Henriques
A delicada arte de sobreviver à consoada
Uma crónica sobre revisão, ofício e as pequenas autoridades que habitam a língua.
Diogo Henriques
Uma crónica sobre revisão, ofício e as pequenas autoridades que habitam a língua.
Uma manhã de pressa, parentalidade e palavras duras que ficam a ecoar depois de ditas.
Diogo Henriques
Uma manhã de pressa, parentalidade e palavras duras que ficam a ecoar depois de ditas.
Nada Está Errado: Tudo é Parte do Teu Sonho
Diogo Henriques
Nada Está Errado: Tudo é Parte do Teu Sonho
Nenhum texto neste idioma nesta série.
Série
Crónicas sobre comida portuguesa: origens, lendas e histórias por trás dos pratos que conhecemos de vista.
A sanduíche mais famosa de Portugal e a história que a trouxe ao prato.
Diogo Henriques
Nunca fui grande fã da francesinha. Mas a história dela? Uma delícia.
Do Alentejo ao Porto: a bifana e os segredos do tacho.
Diogo Henriques
Da capital da bifana em Vendas Novas às filas em Lisboa e no Porto — a história de um petisco nacional.
Nenhum texto neste idioma nesta série.
Série
Entre a areia das praias e os campos de Mafra, a Ericeira guarda histórias de mar e de terra.
Hoje chama-se Praça da República, mas toda a gente a conhece por Jogo da Bola. Já foi largo, hoje é praça. Já teve vários nomes — e sempre g…
Diogo Henriques
Hoje chama-se Praça da República, mas toda a gente a conhece por Jogo da Bola. Já foi largo, hoje é praça. Já teve vários nomes — e sempre guardou o mesmo papel: ser o coração pulsante da vila, à beira-mar, entre a areia das praias e os campos de Mafra. Origens
5 de Outubro de 1910. Na Ericeira, D. Manuel II embarca discretamente na Praia dos Pescadores. A monarquia portuguesa chegava ao fim.
Diogo Henriques
5 de Outubro de 1910. Na Ericeira, D. Manuel II embarca discretamente na Praia dos Pescadores. A monarquia portuguesa chegava ao fim.
Durante a Segunda Guerra Mundial chegaram a Portugal 43 mil refugiados. Instalaram-se nas grandes cidades do país, cerca de 14 mil em Lisboa…
Diogo Henriques
Durante a Segunda Guerra Mundial chegaram a Portugal 43 mil refugiados. Instalaram-se nas grandes cidades do país, cerca de 14 mil em Lisboa, mas posteriormente foram enviados para meios mais pequenos como as Caldas da Rainha, Figueira da Foz e a Ericeira. O regime de Salazar temia pela agitação política
Desprezadas por muitos e reconhecidas por outros as bandas filarmónicas continuam a ser, por este país fora, as únicas escolas de música de …
Diogo Henriques
Desprezadas por muitos e reconhecidas por outros as bandas filarmónicas continuam a ser, por este país fora, as únicas escolas de música de muitas terras, uma actividade onde diferentes gerações convivem, os mais velhos passam o conhecimento aos mais novos. A Filarmónica da Ericeira foi fundada há 174 anos, em
Jagozes dizem-se aqueles que nasceram na vila Ericeira, é a “gente do mar”;
Diogo Henriques
Jagozes dizem-se aqueles que nasceram na vila Ericeira, é a “gente do mar”;
Nenhum texto neste idioma nesta série.
Série
Poemas e fragmentos narrativos para ler de noite, com voz baixa, como quem acende uma luz pequena.
Seja em que situação estiveres na vida estejas em abundância, ou a lutar pela sobrevivência , na doença, ou na vitalidade, nada disso importa, pois cada um de nós está a viver, exa
Diogo Henriques
Seja em que situação estiveres na vida estejas em abundância, ou a lutar pela sobrevivência , na doença, ou na vitalidade, nada disso importa, pois cada um de nós está a viver, exa
Ao ouvido me segredaste tantas histórias para contar fiquei no marasmo das vertigens de falhar
Diogo Henriques
Ao ouvido me segredaste tantas histórias para contar fiquei no marasmo das vertigens de falhar
Limpa, as aflições que te comem os botões
Diogo Henriques
Limpa, as aflições que te comem os botões
Começou com um par de palavras De seguida, umas ideias simpáticas Rapidamente fomos a umas mais arriscadas Gostaste, e de seguida me desafiaste
Diogo Henriques
Começou com um par de palavras De seguida, umas ideias simpáticas Rapidamente fomos a umas mais arriscadas Gostaste, e de seguida me desafiaste
E um dia assim de mansinho com o mar calmo e perfumes de maresia
Diogo Henriques
E um dia assim de mansinho com o mar calmo e perfumes de maresia
Onde estás tu não te vejo há algum tempo pensei que viesses ontem mas nunca chegou o momento
Diogo Henriques
Onde estás tu não te vejo há algum tempo pensei que viesses ontem mas nunca chegou o momento
Às vezes a chuva chove e os pingos não me molham outras vezes não chove e sinto-me encharcado
Diogo Henriques
Às vezes a chuva chove e os pingos não me molham outras vezes não chove e sinto-me encharcado
Seja qual for o caminho onde te encontres seja qual for a pessoa que tenhas pela frente ou a pessoa com quem te deitas na cama
Diogo Henriques
Seja qual for o caminho onde te encontres seja qual for a pessoa que tenhas pela frente ou a pessoa com quem te deitas na cama
Cada vida que vivemos É mais uma oportunidade que temos.
Diogo Henriques
Cada vida que vivemos É mais uma oportunidade que temos.
Não há vítima sem agressor, os dois polos atraem-se, os dois polos vivem dentro de cada um de nós nenhum é melhor que o outro, é o que é.
Diogo Henriques
Não há vítima sem agressor, os dois polos atraem-se, os dois polos vivem dentro de cada um de nós nenhum é melhor que o outro, é o que é.
Tudo começa com uma palavra depois vem outra e logo, mais umas poucas
Diogo Henriques
Tudo começa com uma palavra depois vem outra e logo, mais umas poucas
Há uns que se riem outros que te apupam tentam encolher-te disparam gritos para humilhar-te
Diogo Henriques
Há uns que se riem outros que te apupam tentam encolher-te disparam gritos para humilhar-te
Como é que e as palavras nas paredes do talho nas portas das finanças ou na papelaria da Ana não me dizem nada
Diogo Henriques
Como é que e as palavras nas paredes do talho nas portas das finanças ou na papelaria da Ana não me dizem nada
O teu olhar de quem quer mais do que vê esse grito mudo de vontade acende-me o desejo e começamos com um beijo
Diogo Henriques
O teu olhar de quem quer mais do que vê esse grito mudo de vontade acende-me o desejo e começamos com um beijo
Podem impor-me um trabalho aumentar-me a renda proibirem-me de sair de casa e eu direi sempre o mesmo.
Diogo Henriques
Podem impor-me um trabalho aumentar-me a renda proibirem-me de sair de casa e eu direi sempre o mesmo.
Lá vai ela, vai tem esse olhar, tem energia boa, também tem tudo, tem é uma mulher boa
Diogo Henriques
Lá vai ela, vai tem esse olhar, tem energia boa, também tem tudo, tem é uma mulher boa
Essa preocupação que se ocupa pelo que há de ser e nos devora o presente De fazer isto, aquilo ou o outro Deixa-nos sempre ausente.
Diogo Henriques
Essa preocupação que se ocupa pelo que há de ser e nos devora o presente De fazer isto, aquilo ou o outro Deixa-nos sempre ausente.
Há uma euforia quando elas vêm um vazio quando se vão
Diogo Henriques
Há uma euforia quando elas vêm um vazio quando se vão
Não pode ser mas foi um mês passou a dor ficou
Diogo Henriques
Não pode ser mas foi um mês passou a dor ficou
Há um antes e um depois, a vida nunca mais será a mesma, os olhos são os mesmos mas a perspectiva para sempre mudou
Diogo Henriques
Há um antes e um depois, a vida nunca mais será a mesma, os olhos são os mesmos mas a perspectiva para sempre mudou
Nunca foram as tuas pernas nem o teu olhar o que me deixou louco por ti foi o amor
Diogo Henriques
Nunca foram as tuas pernas nem o teu olhar o que me deixou louco por ti foi o amor
Acordar o melhor acordar é com um sorriso do teu filho as brincadeiras o pequeno-almoço preparar a mochila dá trabalho mas rejubila a ida de bicicleta para a escola o sol a raiar e
Diogo Henriques
Acordar o melhor acordar é com um sorriso do teu filho as brincadeiras o pequeno-almoço preparar a mochila dá trabalho mas rejubila a ida de bicicleta para a escola o sol a raiar e
Fui pela primeira vez em julho convite do meu amigo Loureiro nunca tinha visto jardins com tanta gente alemães sorridentes estrangeiros na Alemanha felizes bicicletas deitadas na r
Diogo Henriques
Fui pela primeira vez em julho convite do meu amigo Loureiro nunca tinha visto jardins com tanta gente alemães sorridentes estrangeiros na Alemanha felizes bicicletas deitadas na r
São perguntas, senhor, são perguntas é o que levo no regaço, perguntas para oferecer não tiram a fome mas são muito boas para entreter.
Diogo Henriques
São perguntas, senhor, são perguntas é o que levo no regaço, perguntas para oferecer não tiram a fome mas são muito boas para entreter.
Estas oliveiras já viram muito, Por aqui já passou muita fome, Já passaram manadas de miséria, a guerra, paixões , crimes de guerra, torturas, seca, discussões, sermões, ditadores,
Diogo Henriques
Estas oliveiras já viram muito, Por aqui já passou muita fome, Já passaram manadas de miséria, a guerra, paixões , crimes de guerra, torturas, seca, discussões, sermões, ditadores,
Acordar Tomar banho, vestir-me, tomar o pequeno-almoço, Procurar as chaves, não estão no sitio delas, Bater a porta com força porque a fechadura está perra Pôr música nos ouvidos p
Diogo Henriques
Acordar Tomar banho, vestir-me, tomar o pequeno-almoço, Procurar as chaves, não estão no sitio delas, Bater a porta com força porque a fechadura está perra Pôr música nos ouvidos p
Por muchas cosas que compre, no me queda nada, sólo mi identidad
Diogo Henriques
Por muchas cosas que compre, no me queda nada, sólo mi identidad
De niña yo escuchaba, quiero ser medica, profesora, o bailarina, pero lo que a mi me gustaba, era comer chuchería
Diogo Henriques
De niña yo escuchaba, quiero ser medica, profesora, o bailarina, pero lo que a mi me gustaba, era comer chuchería
No son caminos por descubrir, Son pasos por caminos ya conocidos
Diogo Henriques
No son caminos por descubrir, Son pasos por caminos ya conocidos
Darse dejarse besar, libertarse dejarse llevar, regresar sin nunca haber llegado, buscar sin saber lo que vas a encontrar, perderse y enamorarse de un sitio que nunca habías imagin
Diogo Henriques
Darse dejarse besar, libertarse dejarse llevar, regresar sin nunca haber llegado, buscar sin saber lo que vas a encontrar, perderse y enamorarse de un sitio que nunca habías imagin
Nenhum texto neste idioma nesta série.
Série
Crónicas de humor sobre o quotidiano, o trabalho, a paternidade e outras pequenas tragédias que parecem inventadas.
Se Descartes fosse pai, a frase seria outra.
Diogo Henriques
Crónica de humor sobre paternidade e a impossibilidade de existir como pessoa quando se é pai.
Quatro erros ortográficos num panfleto corporativo.
Diogo Henriques
Crónica de humor sobre uma entrevista de emprego que nunca devia ter acontecido.
A dona Bárbara, o Euromilhões e uma besta de carvalho francês.
Diogo Henriques
Conto de humor sobre um contabilista, uma colega insuportável e um prémio de 30 milhões.
Medo de quase tudo e seguros de vida que nunca se usam.
Diogo Henriques
Crónica de humor sobre ansiedade, tragédia imaginada e consultas ao psiquiatra.
Um amor proibido servido à colher.
Diogo Henriques
Crónica de humor sobre a tentação de uma maionese no frigorífico.
Alguém está a dar cabo das nossas alfaces.
Diogo Henriques
Crónica de humor sobre horta, lesmas e uma emboscada noturna.
Nenhum texto neste idioma nesta série.
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